quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Prémio "Onde está a verdade?"

PP Açores volta a apontar falhas na saúde
Regional | 2009-02-11 12:53

Os hospitais e centros de saúde da Região estão com problemas de facturação. A denúncia foi feita esta manhã em conferência de imprensa por Artur Lima, líder do PP.

Em causa estão atrasos nos pagamentos aos fornecedores, o que faz cair por terra uma circular do Governo emitida em Julho, diz o popular. Artur Lima, vai mais longe e diz que o Governo não paga a trinta dias, como ainda recentemente, afirmou, Sérgio Avila, o Vice Presidente do Governo.

Prémio "Porque no te callas?!"

Estado não tem de privilegiar acesso de enfermeiros ao primeiro emprego
O ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, defendeu, na noite de terça-feira, na Figueira da Foz, que o Estado não tem de privilegiar o acesso ao primeiro emprego a enfermeiros quando comparados com outras classes profissionais

Intervindo na tertúlia Reacontece, que decorreu no Casino da Figueira da Foz, em resposta a uma questão da assistência sobre a política de contratação do Ministério da Saúde em relação aos jovens enfermeiros e a precariedade do trabalho decorrente dos contratos de substituição, Correia de Campos disse (...) «Por que é que eu hei-de ser exigente com o emprego dos enfermeiros e não hei-de ser igualmente exigente com o emprego dos psicólogos? Temos muitos mais psicólogos desempregados do que felizmente temos enfermeiros», argumentou o antigo titular da pasta da Saúde; depois aludiu às futuras perspectivas de emprego para enfermeiros, nomeadamente nas novas áreas do Serviço Nacional de Saúde como a dos cuidados continuados onde, disse, vão existir «centenas, milhares de camas», na procriação medicamente assistida ou nos cuidados de saúde oral. «São áreas que vão, certamente, abrir espaço para a colocação de enfermeiros», observou. O ex-ministro, substituído no cargo há pouco mais de um ano, disse ainda que existem «imensas possibilidades» de emprego noutros países, exemplificando com o caso inglês. «Estão a sair constantemente enfermeiros (...) Há instituições inglesas que vêm buscar a Portugal centenas de enfermeiros por ano», revelou. (...) «As pessoas gostam pouco de se deslocar, precisam de vender uma casa para se deslocar e comprar outra. Na nossa tradição a mobilidade e difícil», disse.

Lusa/SOL

Prémio "Uns há 2000 anos a ensinar, outros há 3 meses a asneirar"

Porto inicia formação para visitadores de doentes

No dia em que a Igreja Católica assinala o Dia Mundial do Doente, o Centro de Cultura Católica, com o Secretariado Diocesano de Pastoral da Saúde, inicia um Curso de Pastoral da Saúde destinado a todos aqueles que são ou podem tornar-se visitadores de doentes nas suas casas ou lares e centros paroquiais, sejam ministros da comunhão ou não. (...)

Na Exortação Sacramentum Caritatis (nº 58), Bento XVI, “considerando a condição de quantos por motivos de saúde ou idade não podem ir aos lugares de culto” entende “chamar a atenção de toda a comunidade eclesial para a necessidade pastoral de garantir a assistência espiritual aos doentes” para que “possam receber com frequência a comunhão sacramental” de modo a poderem “sentir a própria existência inserida plenamente na vida e missão da Igreja”. (...)

O Curso tem o seu início esta Quarta-feira, dia 11 de Fevereiro de 2009 e termina em Fevereiro de 2010, simultaneamente nas quatro regiões pastorais da Diocese, em duas fases:
- A fase lectiva iniciar-se com uma sessão para todos na Casa Diocesana de Vilar esta Quinta-feira, dia 11 Fevereiro de 2009, e (...) serão desenvolvidos os seguintes temas: Pastoral da Saúde; O doente como sujeito pastoral; Psicologia do doente e cuidador; Relação de pastoral de ajuda; Jesus e os doentes; Linguagem sobre o sofrimento; Liturgia, oração e sacramentos na doença; Doentes e paróquia; Espiritualidade do encontro.
- A fase de estágio decorrerá entre Outubro de 2009 e Janeiro de 2010 na comunidade a que cada formando pertence. (...)

Prémio "(Solicita-se ao cão que abandonou o dono na estrada o favor de o ir buscar ao canil) E se eles soubessem o que eu sei, o que diriam..."

Serviço Regional de Saúde divide opiniões
Regional 2009-02-11 07:30

O Dia Mundial do Doente é assinalado esta quarta-feira e o AO online foi para as ruas da cidade de Ponta Delgada saber qual a opinião dos açorianos sobre o Serviço Regional de Saúde (SRS).
As opiniões foram muitas e bastante diversas, havendo, assim, pessoas que estão satisfeitas com o serviço prestado nos hospitais e centros de Saúde da Região e, outras, que nem por isso. "A nossa visão está focalizada nos doentes"
“Está satisfeito com o Serviço Regional de Saúde?”, “Tem queixas ou sugestões a fazer?”, “Passou por algum momento menos bom no Serviço Regional de Saúde?” e “Tem facilidade em aceder a um médico?” foram as questões centrais do inquérito.

Das respostas pode-se concluir que há quem preferisse que acontecessem “grandes mudanças”.

A sugestão mais vezes mencionada, foi a de haver um maior apoio aos idosos no SRS e, até, mesmo às famílias destes idosos, que muitas vezes têm algumas dificuldades no acesso ao hospital ou aos centros de saúde.
As já bastante conhecidas listas de espera do serviço público foram a principal queixa dos entrevistados, que deixaram a sugestão aos hospitais de melhorarem a organização do seu sistema.
À questão “Está satisfeito com o Serviço Regional de Saúde?”, Maria Castro, doméstica de profissão, salientou que, pelo facto de viver nas Flores, “uma ilha tão distante”, acaba por ter maiores gastos com a saúde.
“Eu estou satisfeita, mas como sou de fora, acabo por ter de me dirigir ao privado para resolver os meus problemas de saúde, o que é bastante mau, porque se torna muito dispendioso”, afirmou Maria Castro.
Já Lúcia Ferreira, também doméstica, respondeu à mesma questão com a frase: “Não, nem pensar!”, explicando em seguida que “até a mudança do Serviço de Atendimento Urgente (SAU) para perto do Hospital Divino Espírito Santo fez com que passássemos primeiro pelas urgências, esperando, às vezes, dias inteiros e horas a fio para ser atendidos, vezes sim e vezes não, bem ou mal”.
À pergunta “Tem facilidade em aceder a um médico?”, Lúcia Ferreira respondeu negativamente, salientando que são muitas as vezes que se “tem de esperar mais de seis meses para se ser atendido e até mesmo para saber os resultados dos exames”. E acrescentou que tinha conhecimento do serviço público já ter perdido exames, “acabando o doente por não saber qual o resultado”.
Também Cátia Braga, técnica administrativa, reclamou do Serviço de Saúde actual, afirmando ter “facilidade em aceder ao médico da Casa do Povo”, mas que, porém, já chegou “a ficar dois anos sem consultas, porque o médico nunca aparecia no dia, acabando por ter de recorrer às urgências do hospital”.
No entanto, Antónia Mira (Técnica Comercial), Manuel Andrade (Reformado) e Jaime Goth (Músico) afirmaram que não tinham qualquer dificuldade de acesso a algum médico no SRS.
Antónia Mira fez questão de salientar no seu depoimento a falta de apoio que existe aos doentes de Parkinson e de Alzheimer. Isto, porque para esta técnica comercial “são doenças mais críticas e complicadas de se lidar” e acrescenta que “também é necessário haver um maior apoio aos familiares destes doentes, que acabam por estar limitados por estas doenças serem tão difíceis”.
À questão “Passou por algum momento menos bom no SRS?” as respostas também foram variadas, sendo que a maioria respondeu que apenas o facto de terem de esperar tanto tempo para serem atendidos ou para fazerem exames ou, até mesmo, para saberem os resultados destes, os desagradava.
Contudo, Manuel Andrade revelou que no Verão passado foi assistido num dos hospitais do Continente e que, comparativamente com o SRS, foi “muito mal atendido”, tendo mesmo desistido de esperar e optando por dirigir-se a um médico privado. “Entrei no hospital às 16h30 e eram 21h00 horas e ainda não tinha sido atendido” salientou.
Manuel Andrade disse ainda que “o atendimento que tive no Hospital de Ponta Delgada foi correctíssimo e conveniente”, acrescentando que, na sua opinião, “nas Urgências não há qualquer problema de organização, apenas é necessário esperar pela nossa vez”.
Todavia, Lúcia Ferreira contou: “Numa das vezes que tive de me dirigir às Urgências e que lá fiquei horas à espera, assisti a um miúdo que tinha o braço partido e que teve três horas à espera para ser assistido”.
Por sua vez, Carlos Borges, funcionário público e natural do Continente, sugeriu que o SRS continue o mesmo trabalho, contratando mais profissionais e adquirindo mais material.
Teresa Franco/Olímpia Granada

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Prémio "Juramento de Hipócrates"

Emocionada a Itália vive um debate feroz sobre a eutanásia depois da morte da mulher que esteve 17 anos em coma e a quem foi suprimida a alimentação.
O primeiro-ministro Silvio Berlusconi, que enviou um projecto-lei ao parlamento para contornar a recusa do presidente em assinar um decreto para impedir o fim da alimentação da paciente lançou duras criticas a Giorgio napolitano.
Alguns opositores da eutanásia consideram estranha a morte de Eluana Englaro, que estava sem alimentação há 4 dias, após autorização do supremo tribunal.
O advogado da família confirma que vai ser feita uma autópsia.
Afirma que face a estranhos rumores de pessoas que desconheciam o que de facto se estava a passar, serão feitos exames toxicológicos para se poder reconstruir a actividade da equipa médica.
Esta terça-feira o Senado acabou por aprovar a moção de Berlusconi que obriga a alimentar e a hidratar pessoas incapacitadas par ao fazer.
A igreja católica com fortes ligações na vida política anunciou que a morte não foi natural. O ministro da saúde do Vaticano foi mais longe. “Dizemos que quem mata é culpado de violar o quinto mandamento”, disse.
Para Eluana, que tinha um corpo fortemente deteriorado face a 17 anos em coma, não haverá funeral. Apenas uma bênção antes de ser cremada.

Prémio "Os homens de Rabo de Peixe oferecem explicações às gentes do contenente"

A procriação medicamente assistida (PMA), quando efectuada num hospital público, pode custar entre 900 e 10 500 euros ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os custos variam consoante a técnica escolhida pela mulher. Em média, são necessárias três sessões de tratamento para obter a gestação.

Segundo o Correio da Manhã, 40% dos problemas de fertilidade dos 500 mil casais que recorrem a estes tratamentos em Portugal, são devidos a causas masculinas.

Um estudo inicial numa consulta de apoio à fertilidade custa 94 euros ao SNS. O tratamento de indução ovárica tem um custo de 300 euros e a inseminação intra-uterina de 400 euros. A fertilização in vitro custa 2 500 euros e a injecção intracitoplasmática de espermatozóides custa 2 750 euros. Se recolhida cirurgicamente, a injecção intracitoplasmática tem um custo de 3 500 euros.

Prémio "No "contenente" as Ordens e os Sindicatos são bravos! Por aqui impera a mansidão... É que o mar é já ali..."

Ordem e sindicatos dos médicos 'fazem as pazes'
Vera Lúcia Arreigoso
18:12 Terça-feira, 10 de Fev de 2009

Primeiro, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos vieram a público acusar a Ordem dos Médicos (OM) de se intrometer na negociação das carreiras médicas.
Segundo, o bastonário Pedro Nunes contestou a critica e até admitiu que iria entregar o seu cartão de sócio do SIM, do qual foi um dos fundadores.
Terceiro decidiram hoje assinar uma trégua para juntos conseguirem uma posição mais forte na negociação com a tutela.

Em comunicado, justificam o esforço agora concertado: "No actual momento, não podemos aceitar que existam posições fracturantes ou mal-entendidos que possam penalizar gravemente a formação médica contínua e a hierarquização técnico-científica dos médicos". Assim sendo, a OM cede e reconhece que "de facto, o actual enquadramento laboral da Administração Pública atribui uma posição de destaque às organizações sindicais na discussão e negociação das carreiras médicas, que é essencial respeitar". E em troca, os sindicatos dão a palmatória face à "assunção integral pela OM das suas competências em matéria técnica, científica e da qualidade".

A partir de hoje, e lado a lado, vão propor à ministra da Saúde, por exemplo, que os graus e categorias que vierem a ser aprovados sejam os mesmos para os médicos dos sectores público e privado e que estejam "indissociavelmente ligados à progressão remuneratória". E ainda afirmam, desde já, que "não é aceitável a existência de médicos indiferenciados". A negociação da revisão das carreiras médicas até suspensa à espera que a ministra Ana Jorge termine as alterações aos documentos inicialmente em discussão. Só então marcará nova data para retomar os encontros com os representantes dos médicos.

Prémio "Onde anda o Sr. Pereira?"

Em mais um discurso crítico à política do Governo, a líder do PSD anunciou hoje, em conferência de imprensa, a iniciativa do partido de avançar para um conjunto de debates, entre Fevereiro e Maio, designados Fórum Portugal de Verdade.
Aberto "a todos os protagonistas, à diversidade do pensamento, à opinião livre e a soluções inovadores", refere Manuela Ferreira Leite que este fórum tem como propósito apresentar "alternativas de diagnóstico, de políticas, de soluções e de protagonistas".(...)
O segundo debate ocorrerá a 5 de Março e versará a Saúde. Será moderado pelo professor universitário Massano Cardoso e terá como oradores Manuel Caldas de Almeida (Provedor da Santa Casa de Misericórdia) e o professor universitário Manuel Antunes.
Marcada está já também a terceira sessão deste debate de ideias, subordinado ao tema "Desemprego: o combate social prioritário". Este evento será moderado por Valente de Oliveira e terá a presença de Belmiro de Azevedo e do padre Lino Maia (presidente da União das IPSS).(...)
A coordenação dos debates estará a cargo de Paulo Cutileiro Correia, ex-vereador de Rui Rio na autarquia do Porto.

Prémio "Quem fala assim não é gago!"

Falta de acção formativa motiva saída de médicos dos Açores
A contabilidade está feita: são mais os médicos internos que concorreram aos Hospitais dos Açores do que aqueles que se fixam na Região.
Dos 29 internos que concorreram para os Hospitais da Região, 12 estão, efectivamente, na Região autónoma dos Açores. Quanto aos restantes 17, como os Hospitais que os deviam receber não oferecem opção formativa em algumas especialidades, os respectivos internos tiveram que recorrer aos hospitais do Continente.

O problema reside na falta de médicos para ensinar os internos nos Açores e eles faltam em muitas especialidades, como admite Sofia Dduarte, a directora regional da Saúde. E, para fixar os que estão nos Açores a fazer internato médico, o Governo açoriano acaba de criar um sistema de bolsas que pretende ser mais apelativo: a bolsa mensal pode ir até aos 1 500 euros para as especialidades mais carenciadas.

Tânia Martins / Carlos Tavares

Vê nos COMENTÁRIOS desta noticia o comentário de Garganta Funda

Prémio "Foi para isto que fizemos Abril?"

Greve de funcionárias pode comprometer limpeza do hospital
Regional | 2009-02-10 13:03
Desde da meia de terça-feira que o Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) de Ponta Delgada está apenas com os serviços míninos de limpeza assegurados.

Em causa está uma greve de 48 horas de mais de meia centena de trabalhadoras da empresa ISS Facility Services que reivindicam a reintegração no quadro de cinco funcionárias que foram recentemente despedidas, o que tudo indica, na sequência de processos disciplinares movidos a propósito da adesão a uma paralisação em Setembro do ano passado e, consequentemente, alegado incumprimento dos serviços mínimos. Lucinda Sousa, um das trabalhadores que espera regressar ao trabalho diz-se revolta por ter sido penalizado quando apenas exercício um direito que lhe cabia: o direito à greve. Carla Medeiros também não se conforma com o despedimento. “Fomos chamadas doze para assegurar os serviços mínimos no dia da greve mas dessas 12 só cinco foram despedidas”, relata. “Na ocasião ainda nos disseram que as consequências da nossa atitude iam chegar a casa. E chegou! No dia 5 de Janeiro recebemos uma carta a dizer que a partir daí estávamos despedidas. Nem nos deram um ou dois meses para procurar emprega”, acrescenta Carla, alegando que isso implicou um grande “abalo” na economia familiar. (...) Para além disso, de acordo com os serviços jurídicos do STAD os referidos despedimentos são ilegais.“Devia ter sido convocado o Conselho Arbitral para determinar - visto que isto é uma prestação de serviço a terceiros- o que são os serviços mínimos de uma empresa como é a ISS”, defende Paulo Marques. (...) “Se tivermos em conta que de uma média de cerca de 70 trabalhadores estão somente 11 a cumprir serviços mínimos, é lógico não haverá uma limpeza necessária do hospital”, alerta Paulo Marques.

Luísa Couto

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

"O perigo espreita em todo o lado" (Prémio não atribuível)

5 Sentidos - Petra recupera e actua dia 14 na televisão
Data: 08-02-2009

"Fragilizada e sob vigilância médica", foram as primeiras palavras de Rita Camacho sobre o estado da saúde da filha Petra Camacho, cantora/actriz madeirense que foi afectada pela 'escherichia coli', uma bactéria que atingiu os rins e a bexiga da jovem.
Rita Camacho, nas declarações ao DIÁRIO, explicou que a "situação parecia uma gripe e a Petra deslocou-se ao Hospital da Luz, onde depois mandaram-na para casa com a medicação adequada".
"Como as dores e a febre aumentaram a minha filha entrou em coma febril e foi assim que entrou no Hospital da Luz. E após vários exames detectaram a bactéria, impedindo que atingisse a corrente sanguínea". "O que a acontecer iria provocar uma septicemia [infecção grave do organismo]", complementou. (...)


J. S.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Prémio "Há quem olhe para lá do seu umbigo..."

AMRAA apoia acção na Saúde

A Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) mostrou-se disponível para cooperar com a recém-criada Associação para a Promoção e Protecção da Saúde.
Esta intenção foi manifestada pela AMRAA após uma reunião entre as duas associações que serviu para a Associação de Municípios açoriana ficar a par do projecto que sustenta a Associação para a Promoção e Protecção da Saúde dos Açores.
A nova associação mereceu os elogios dos responsáveis da AMRAA, que felicitaram a comissão instaladora pela iniciativa que pretende desenvolver uma política de Saúde Pública e Comunitária, apostando na proximidade com as populações. ||

PF
Edição de domingo, 08 de Fevereiro de 2009
Edição impressa - Açoriano Oriental


Prémio "E porque não dar bolsas para fazer bébés?"

Natalidade: Autarquias e investigadores reclamam medidas nacionais para combater desertificação
08 de Fevereiro de 2009, 10:19

Lisboa, 08 Fev (Lusa) - O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu hoje que o Governo deve tomar medidas para incentivar a natalidade nos concelhos desertificados, uma reclamação que é também subscrita (...) Maria Filomena Mendes, investigadora e professora da Universidade de Évora, para quem é importante que a "muito baixa" fecundidade nacional seja encarada como "um problema do país" e não apenas do interior. "Não é um problema só do interior envelhecido e desertificado. O problema da fecundidade é nacional", defendeu a investigadora, especializada nas questões de natalidade e fecundidade em Portugal.
Depois de vários municípios do interior do país terem avançado com incentivos à natalidade para contrariar a perda da população. "Para estancarem a desertificação e fixarem população as autarquias deitam mão a todos os instrumentos possíveis e imaginários", salientou, por seu turno, o presidente da ANMP.
"O Governo devia criar incentivos nos municípios que comprovadamente estão a perder população, nomeadamente fazer uma discriminação positiva em termos fiscais para reforçar as medidas que as autarquias estão a tomar", defendeu.
Na sua opinião, "um país assimétrico, com um corpo raquítico e uma grande cabeça, não se desenvolve".
"E mesmo dentro de qualquer concelho do litoral há zonas com realidades bem diferentes do litoral puro", acrescentou. Esta é também uma preocupação de Maria Filomena Mendes, salientando que muitas regiões do litoral "estão neste momento confrontadas com uma situação de poucos jovens, de muito poucos jovens".

Daí que, segundo Maria Filomena Mendes, é importante que as "autarquias, os governos, os decisores políticos e as pessoas em geral comecem a consciencializar-se de que o problema da fecundidade tem que ser encarado e devem ser criadas as condições para que haja, realmente, alguma promoção da natalidade". "O declínio da fecundidade, embora realmente seja uma situação muito gravosa para o interior há mais tempo para o litoral também é", disse. Os incentivos à natalidade promovidos pelas autarquias podem, nuns casos, "contribuir para que os casais tenham filhos mais cedo, mesmo que a sua fecundidade final não se altere", enquanto que, noutros casos, "pode mesmo aumentar a fecundidade".

AMF/RRL/PJA. Lusa/Fim


sábado, 7 de fevereiro de 2009

Prémio "A Enga. dos Despachos (ver post em arquivo) vai fazer este curso? O Secretário dá-lhe uma bolsa e ela prossegue os estudos..."

A enfermagem comunitária é uma especialização que vai poder ser tirada em Ponta Delgada.
A Escola Superior de Enfermagem tem já autorização para avançar.

A primeira pós-licenciatura em Enfermagem comunitária abre em Setembro. A especialização em Enfermagem para a comunidade, é uma necessidade do Serviço Regional de Saúde (...).
Amélia Meireles, Presidente do conselho directivo afirma que há necessidade de outros especialistass, mas está é a única especialização possível de leccionar, a curto prazo, tendo em conta os docentes da Universidade dos Açores (...).

Tânia Martins / Carlos Tavares

Prémio "Afinal havia tráfico de estupefacientes ou não?"

Quotidiano
Mais de nove milhões de euros na luta contra a droga

(...) O balanço do Governo Regional dos Açores revela que, em 2008, foram dispendidos mais de nove milhões de euros, no apoio ao tratamento de utentes nas áreas da Psiquiatria e da Toxicodependência, incluindo a administração do fármaco “Metadona”. (...)
Miguel Correia adiantou que no último ano, o Executivo registou nas quatros unidades de saúde existentes no arquipélago, (...) dois em S. Miguel e outros dois na Terceira, o responsável referiu que a problemática da toxicodependência envolveu cerca de 17.800 doses diárias, que corresponderam a um investimento público assumido pelo Governo, de 800 mil euros. (...)
Está também a ser estudada a possibilidade de haver uma descentralização dos locais de administração da metadona, permitindo uma maior proximidade aos utentes e aos seus concelhos de residência, revelou Miguel Correia.
Refira-se que a Casa de Saúde de S. Miguel é, na actualidade, responsável pelo acompanhamento de 240 utentes, que usufruem da metadona, assim como pelo internamento na área da toxicodependência e da psiquiatria.


JornalDiario

2009-02-06 17:30:00